Avanço de FIDCs e FIPs aumenta o volume de informações, ativos e participantes envolvidos nas operações e exige infraestrutura capaz de acompanhar o crescimento do mercado
A expansão dos fundos estruturados vem ampliando não apenas as alternativas de financiamento e investimento no mercado de capitais, mas também a complexidade das operações que sustentam essa indústria. Para a ID CTVM, o crescimento de veículos como os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e os Fundos de Investimento em Participações (FIPs) exige uma infraestrutura cada vez mais preparada para organizar informações, acompanhar movimentações e conectar os diferentes participantes envolvidos em cada operação.
Os dados mais recentes ajudam a dimensionar esse movimento. Segundo a ANBIMA, os FIPs registraram captação líquida de R$60,1 bilhões em 2025, enquanto os FIDCs somaram R$57,6 bilhões. No primeiro trimestre de 2026, as ofertas de FIDCs alcançaram R$21,4 bilhões, crescimento de 37,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Esse avanço amplia a relevância das instituições responsáveis pela infraestrutura operacional dos fundos. À medida que cresce o número de carteiras, ativos e participantes, atividades como administração fiduciária, custódia, controladoria e escrituração passam a lidar com um volume maior de informações e rotinas que precisam permanecer integradas durante o ciclo de cada fundo.
Atenta a esse cenário, a ID CTVM combina processos, tecnologia e conhecimento técnico em sua atuação na indústria de fundos. A instituição reúne mais de 550 fundos e mais de R$50 bilhões sob administração e custódia, com presença em estruturas como FIDCs, FIPs e FIIs.
“O crescimento dos fundos estruturados demonstra o amadurecimento de instrumentos que vêm ampliando sua participação no financiamento da economia. Ao mesmo tempo, quanto mais esse mercado ganha escala, maior é a necessidade de uma infraestrutura preparada para lidar com o aumento de informações, responsabilidades e participantes envolvidos nas operações”, afirma Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM.
Expansão aumenta a complexidade da rotina operacional
A complexidade dos fundos estruturados não está relacionada apenas ao volume financeiro. Diferentes tipos de ativos, regras previstas nos documentos de cada fundo, movimentações de carteira e obrigações periódicas exigem acompanhamento contínuo e uma divisão clara das responsabilidades entre gestores, administradores e demais prestadores de serviços.
Nesse cenário, a infraestrutura operacional funciona como um ponto de conexão entre as diferentes etapas da operação. A integração de sistemas e a organização das bases de dados podem facilitar o acompanhamento das informações e reduzir a dependência de processos manuais, especialmente em estruturas com grande quantidade de ativos ou movimentações.
Para a ID CTVM, o desafio está em permitir que a base operacional acompanhe o ritmo de crescimento do mercado sem perder consistência. Isso envolve processos dimensionados para diferentes tipos de fundos, definição dos fluxos de informação e capacidade de adaptação às características de cada estrutura.
“À medida que o número de fundos aumenta, a infraestrutura que sustenta as operações precisa evoluir na mesma direção. Não se trata apenas de processar um volume maior de informações, mas de criar condições para que esse crescimento aconteça de forma organizada e para que cada participante consiga exercer adequadamente sua função”, destaca Balassiano.
A tendência é que a diversificação das fontes de financiamento e a busca dos investidores por novas alternativas continuem estimulando o desenvolvimento dos fundos estruturados. Com o ganho de escala dessa indústria, a capacidade de administradores e demais prestadores de serviços de absorver estruturas mais complexas e volumes crescentes de informação tende a ocupar um espaço cada vez maior na discussão sobre o desenvolvimento desse mercado.
Sobre a ID CTVM
A ID CTVM é uma instituição especializada em infraestrutura para o mercado de capitais, com serviços de administração fiduciária, custódia, escrituração, controladoria e distribuição de fundos de investimento. Fundada em 2020, a companhia reúne atualmente mais de 550 fundos e mais de R$50 bilhões sob administração e custódia, com presença relevante em estruturas como FIDCs, FIPs e FIIs. Combinando tecnologia, governança, conhecimento regulatório e eficiência operacional, a ID oferece suporte a gestores, investidores, empresas e demais participantes do mercado, contribuindo para operações mais seguras, eficientes e transparentes.
